terça-feira, 9 de junho de 2015

Manual do Roteiro - Syd Field - Uma grande referência



Autor: FIELD, SYD
Idioma: PORTUGUÊS
Editora: OBJETIVA
Assunto: Cinema
Edição: 1
Ano: 1982

SINOPSE

'Manual do roteiro' é, na visão da crítica especializada, um dos mais extraordinários livros sobre a arte da escrita. E não apenas porque detalha todos os aspectos importantes do texto cinematográfico, mas principalmente porque sua abordagem estrutural serve também para criações literárias e teatrais. Da idéia inicial ao texto finalizado, do desenvolvimento de personagens e situações dramáticas ao perfeito acabamento da cena, 'Manual do roteiro', apresenta, em linguagem simples e acessível, passo a passo, todos os elementos fundamentais para a construção de uma boa narrativa.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Como fazer um bom roteiro publicitário



A ideia: 95% do seu roteiro

Para fazer um bom roteiro, antes de qualquer coisa, você precisa de uma (puta) ideia. E muito provavelmente, você não vai ter uma boa ideia para seu roteiro lendo um texto sobre “como criar um ótimo roteiro publicitário“. Aliás, esse nem é um texto sobre “como ter ideias sensacionais“. Mas, se fosse, eu ia falar que minha técnica preferida é encher a cabeça de informação sobre o produto/mercado/empresa/whatever/ para quem for criar o roteiro e, depois, fazer outra coisa qualquer. Normalmente a ideia vem. Mas, como esse texto não é sobre isso, vamos voltar ao assunto. Tenha uma ideia sobre o roteiro. Pronto? Teve? Então, agora sim. Vamos continuar.

A formatação:

Não existe um padrão rígido para o formato do roteiro. Mas é recomendável que você não mostre para o cliente um roteiro escrito num guardanapo de boteco. Os modelos mais utilizados são:

1) Básico, que eu eu gosto de chamar de “Duas Colunas” por motivos óbvios 


2) Master Class, que é o padrão default do cinema, com cabeçalhos por cena 




Que programa usar?

Na boa? Pra mim, o único editor de texto melhor que o Word é o bloco de notas. Mas talvez eu seja um cara muito chulo. Se você quiser, até existem uns softwares para desenvolvimento de roteiro. Mas, devo confessar, não uso e nem conheço muita gente que usa.


5 dicas para você escrever um bom roteiro


1) Alguns roteiros:

O roteirodecinema.com.br tem alguns exemplos de roteiros publicitários que valem a pena ser olhados por você que está em busca de inspiração para criar o seu: clique aqui: http://www.roteirodecinema.com.br/roteiros/publicidade.htm

2) Simplicidade:

Isso vale para todo texto que você escrever. Seja o mais simples possível. Esse é o único modo de fazer seu leitor te entender. E quando eu escrevo “leitor”, você pode ler “cliente/diretor de criação/pagador de salário”.

3) Não escreva demais. Nem de menos.

O ideal é que o roteiro não seja nem detalhista, nem abstrato demais. Então, ache um meio termo. Descreva tudo que você considerar importante para passar a ideia que você teve e coloque o que achar mais importante no roteiro.


Confesso: Ainda não li esse livro. Sabe como é, tem uns 15 livros na minha fila de espera e mais uns três na cabeceira. Mas, de qualquer forma, fica aí a dica para você que esteja realmente interessado no assunto.

5) Refaça. Sim, de novo.

Essa é uma dica constante e vale para todo texto, penso eu. Confira, revise, veja se a ideia é mesmo boa, inclua algo importante, tire algo desnecessário. Sempre dá pra melhorar, e isso serve pra tudo na sua vida.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Uma comunicação eletrônica mais eficaz: O E-mail

Cada vez mais nos posicionamos enquanto seres atingidos pela tecnologia e, assim nos colocando, precisamos ser hábeis o suficiente para fazer dela nosso instrumento de comunicação, viabilizando nossas interações sociais e fazendo com que a linguagem cumpra seu verdadeiro papel enquanto instrumento social.


Pois bem, partindo desse pressuposto, cabe ressaltar que o e-mail, representando um veículo de suporte para que essas interações possam se fazer materializadas, tornou-se uma prática cotidiana, não só permeando as relações particulares em si, mas também fazendo parte do ambiente corporativo. Dessa forma, pesquisas apontam que empresas e mais empresas procuram treinamento para que seu quadro de colaboradores possa estar cada vez mais apto para exercer esse tipo de comunicação, que precisa, acima de todo, apresentar-se clara, objetiva e precisa. Nesse sentido, sobretudo cumprindo ao que sempre nos propomos ao levar até você alguns conhecimentos que norteiam a língua de uma forma geral, propomo-nos a discutir juntos acerca de alguns dicas que irão deixá-lo(a) a par de algumas circunstâncias aplicáveis a esse tipo de modalidade. Dessa forma, por que não conferi-las, não é verdade?

Sabemos que o e-mail comporta consigo um tipo de situação comunicativa em que a brevidade por parte do emissor é fator constante, por isso, a precisão da mensagem se torna indiscutível. Partindo dessa premissa, precisão significa ponderação, polidez ao escrever, assim, o uso de abreviações, que, sem dúvidas, acomete a maioria dos internautas, é sempre bom de ser evitado, sob pena de causar ao discurso aqueles riscos indesejáveis de má interpretação. Outro aspecto diz respeito às saudações e àsdespedidas, ou seja, devemos nos posicionar de forma adequada tanto no início da mensagem quanto ao final dela, lembrando que formalismo em excesso pode comprometer a precisão da mensagem, bem como intimidades exageradas atuam da mesma forma. Nesse sentido, o recomendável é pensarmos justamente na forma como iríamos agir se estivéssemos frente a frente com aquela pessoa.

Não menos importante faz referência ao tamanho da mensagem, ou seja, quanto mais complexa, maior será a dificuldade de entendimento por parte do interlocutor, sem contar que mensagens longas causam, a olhos vistos, desânimo quanto à leitura. Não há como duvidar que polidez também se aplica a esse aspecto. O assunto... esse é de grande importância, haja vista que o destinatário pode ser aquela pessoa que prioriza os e-mails mais urgentes durante o dia todo e, sem saber do que se trata, certamente que as prioridades não serão estabelecidas. Apenas frisando que o assunto deve abranger de forma genérica acerca do que se trata, ou seja, nem muitos complementos, nem dizeres vagos demais.

Como última das instâncias, a revisão se torna fator fundamental, pois mesmo que se trate, para muitos, de uma comunicação breve, importante é fazer o destinatário realmente compreender o que você realmente está dizendo, por meio, é claro, de uma linguagem adequada à situação. Agindo assim, caro(a) usuário(a), tenha certeza de que sua comunicação será retratada de forma cada mais eficaz.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Vídeo Analógico e Digital





O vídeo digital está presente em nossas vidas mais do que nunca. Podemos dizer hoje, que a revolução digital transformou a forma de trabalharmos e nos divertimos. Essa revolução fez com que a capacidade de fazer vídeos chegasse as nossas casas. Atualmente, profissionais e amadores têm a possibilidade de fazer vídeos com padrões de alta tecnologia. O desenvolvimento tecnológico que se deu nas últimas décadas nos proporcionou ferramentas que nos colocam mais próximos desta maravilhosa ferramenta de imagem e movimento.

O vídeo digital acrescentou uma gama de possibilidades e potencializou o desenvolvimento da criação de filmes profissionais e amadores. Os fatores que colaboraram para a explosão desse potencial foram, a fabricação de câmeras digitais cada vez mais acessíveis ao público, e a revolução da computação pessoal. Acrescentemos a isso outro fenômeno da informação, a Internet, que tornou possível a troca e publicação desses arquivos em grande quantidade. O encontro do movimento, do som, com imagens, torna possível ampliar a criatividade em torno da fotografia digital.

Mais o que é Vídeo Digital, e qual a diferença entre Analógico e Digital?

O desenvolvimento do vídeo está intimamente relacionado com os avanços da tecnologia da fita magnética. As imagens analógicas são gravadas pela variação da profundidade e potência do sinal magnético registrado nas fitas. O princípio é o mesmo usado nas fitas de áudio, a leitura é feita pela cabeça de leitura, amplificada e reproduzidas pelo tubo de imagem dos aparelhos de TV ou pelos auto-falantes no caso de áudio. Com o vídeo digital, a fita magnética ainda é usada, porém ao invés de registrar variações do potencial do sinal da gravação magnética a gravação é feita apenas como informações, positivo e negativo, como nos sistemas dos computadores, ou seja bit, um bit é a menor parte da informação digital, ele informa ao leitor se aquele ponto está “ligado” ou “desligado”. O conjunto desses sinais ou bits compõem a informação. Esse tipo de registro é mais preciso que o analógico, porém a capacidade de armazenamento da informação ocupa muito mais espaço que nos sistemas analógicos, por isso que a “compressão” das informações é um fator vital para o processo de vídeo digital.

Vídeo, Formatos e Mídia

A variedade e incompatibilidade de mídias (ou meios) e formatos, para armazenamento de vídeo digital é muito variada e pode parecer caótica, porém, isso é um reflexo do curso do desenvolvimento tecnológico e da competição entre os diversos fabricantes. O vídeo sempre se desenvolveu sob a égide dos padrões estabelecidos pelo sistema broadcast das redes de televisão locais e internacionais, que foram estabelecidas em cada país ou região. Destes padrões, destacam-se os sistemas analógicos como o NTSC, O PAL, que no Brasil se tornou, PAL-M e o SECAM (veja no mapa acima as regiões e os sistemas adotados no mundo). Agora, com implementação da TV de alta resolução, tudo isso está mudando.


É extremamente importante distinguir entre mídia de gravação e formato de gravação. A mídia, ou meio é o dispositivo físico - fita, disco, ou memórias (solid-state memory) - que armazenam os arquivos digitais. O formato é o padrão no qual a informação é codificada e organizada. Em alguns casos, o formato e a mídia são efetivamente o mesmo, porque somente um tipo de formato pode ser gravado - exemplo é a fita Hi8, usada somente para vídeo analógico. Por outro lado temos a fita MiniDV, que é usada tanto para o formato DV(Digital Vídeo), quanto mas também pode ser usada para uso profissional no formato DVCam. Mais específica ainda são as memórias em “estado sólido”, que não têm partes móveis e altamente usada para gravar arquivos de vídeo no formato MPEG, assim como, imagens ou fotografia

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Como escolher uma agência de publicidade

 
Nós sabemos que contratar uma agência de publicidade não é uma missão fácil. É um relacionamento que vai durar bastante tempo, e diz respeito à imagem da empresa perante o mercado. No dia a dia, vai envolver parceria e muita sintonia entre os dois lados da mesa.

Baseado nas boas práticas do setor e na nossa própria experiência, vamos elaborar um guia em três partes:

Preparação
Processo
Avaliação


Preparação para o processo de concorrência de agência de propaganda.

1. Os principais executivos da empresa concordam com a decisão de contratar uma agência de propaganda?

2. Todos os participantes do processo de seleção da agência estão claramente identificados?

3. Qual tipo de concorrência levará à melhor seleção?
Teste: Processo tradicional no qual um job é passado para testar a criatividade da empresa.

Pesquisa: Processo no qual a empresa é pesquisada pelos seus trabalhos, clientes, entrevista pessoal e visita à empresa. 
 

4. Envolva os departamentos jurídico e de compras desde o início para uma maior sinergia.

5. Considere fazer um acordo mútuo de confidencialidade entre a empresa e as agências participantes, tanto sobre os dados fornecidos pela empresa tanto sobre os layouts apresentados na concorrência.

6. A equipe a ser envolvida conhece suficientemente o mercado de publicidade e propaganda?

7. Obtenha consenso de todos os envolvidos no processo quanto aos requisitos que a nova agência terá de preencher.

8. Obtenha um acordo sobre a verba com todos os setores envolvidos no processo e passe-a como meta às agências participantes para que possam propor soluções realistas.

9. Não poupe tempo e trabalho em redigir um briefing sobre a posição atual e as necessidades futuras da empresa quanto ao marketing e negócios. Estas informações permitirão propostas mais realistas e mais fáceis de avaliar.
 
10. Se for optar pela modalidade teste, se possível, remunere o trabalho das agências com um valor mínimo, pois estas estarão investindo tempo e dinheiro em oferecer opções criativas.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

DIREITO CONTRA A PUBLICIDADE ENGANOSA E ABUSIVA


Publicidade enganosa é aquela que mente sobre produtos ou serviços ou deixa de dar informações básicas ao consumidor, levando-o ao erro. Pode ser encontrada na televisão, no rádio, nos jornais, em revistas, na internet, etc.

Publicidade abusiva é a que pode provocar o medo, a discriminação, a violência ou prejudicar sua saúde ou segurança.

Publicidade enganosa é aquela que mente sobre produtos ou serviços ou deixa de dar informações básicas ao consumidor, levando-o ao erro. Pode ser encontrada na televisão, no rádio, nos jornais, em revistas, na internet, etc.

Publicidade abusiva é a que pode provocar o medo, a discriminação, a violência ou prejudicar sua saúde ou segurança.

 

 Lembre-se: o que foi anunciado deve ser cumprido!
 

 
DIREITO À PROTEÇÃO NOS CONTRATOS
Quando duas ou mais pessoas assinam um acordo, fazem um contrato, assumem obrigações: direitos e deveres.

Se alguém apresentar um contrato já feito, este passa a ser chamado contrato de adesão. Exemplos: contratos de bancos, de cursos de informática, etc.

Cuidado! Leia com atenção. Ele deve ter letras de fácil leitura, linguagem simples e destaque nas informações (cláusulas) que diminuam seus direitos. Você deve sempre ficar com uma cópia do contrato.

 

Se algo no contrato não for cumprido ou prejudicar você, o Código de Defesa do Consumidor determina a possibilidade de entrar com processo judicial.


 

 DIREITO À INDENIZAÇÃO
 
Sempre que for prejudicado por falsas informações, artigos de má qualidade ou adulterados ou, ainda, por serviços não satisfatórios, você tem o direito a ser indenizado por quem lhe vendeu o produto ou prestou o serviço.


DIREITO AO ACESSO À JUSTIÇA

 Se você tiver seus direitos violados, pode recorrer à justiça. Procure resolver seu problema em um Juizado Especial Cível* mais perto de sua casa ou procure uma Assistência Jurídica Gratuita.

 
* Até 20 salários minímos sem advogado, e de 20 até 40 salários minímos com advogado.

DIREITO A SER OUVIDO

Quando se sentir prejudicado, você tem o direito de reclamar em um posto do Procon de sua cidade, Centro de Integração da Cidadania - CIC, em um Juizado Especial Cível ou a um advogado de sua confiança.

Os órgãos públicos têm Ouvidorias, que servem para receber suas reclamações.


 

DIREITO A UM MEIO AMBIENTE SAUDÁVEL
 
  Viver e trabalhar em um ambiente que não seja perigoso e que permita uma vida de bem estar e qualidade é um direito seu.


  Lembre-se: você também é responsável pela conservação dos recursos naturais e proteção do meio ambiente.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Arapongas Aqui vamos Nós!




Falta muito pouco.....A IMGFILMES está chegando em Arapongas! Produção de Vídeo, Foto, Design e Transmissões ao vivo com altíssima qualidade, equipamentos FULL HD de ponta e um casting de profissionais altamente capacitados. Faça com que sua empresa ou evento sejam registrados com a qualidade, a segurança, o comprometimento e a responsabilidade que eles e você merecem. EM BREVE na praça Mauá, bem no centro de Arapongas - acesse: www.imgfilmes.com.br ou nossa página no Facebook www.facebook.com/img.londrina e conheça-nos!